Morreu nesta quarta-feira a bebê que havia sido retirada com vida do útero de sua mãe na Faixa de Gaza.
Ela sobreviveu cinco dias e foi enterrada ao lado da mãe nesta quarta-feira.
A pequena Shimah nasceu após uma cesariana de emergência na sexta-feira, horas depois de um ataque aéreo israelense ter destruído a casa de sua família.
A mãe, grávida de oito meses, foi encontrada ainda com vida enterrada sob os escombros do apartamento onde vivia com a família. Ela morreu a caminho do hospital. Médicos disseram que a bebê tinha 50% de chances de sobreviver.
"Estou com muita raiva e muito triste. Sinto como esse bebê fosse meu", disse à BBC um dos integrantes da equipe médica que tentava manter a menina viva.
Shimah, que foi batizada com o nome da mãe, nascera duas semanas prematura.
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quarta-feira, 30 de julho de 2014
Bebê nasce após morte da mãe em Gaza
Um bebê prematuro nasceu após a morte da mãe em um ataque aéreo israelense em Gaza.
O médico disse que a criança tem iguais chances de viver e de morrer.
Mais de 800 pessoas foram mortas em Gaza desde que Israel iniciou sua ofensiva militar no dia 8 de julho, com o objetivo declarado de impedir os disparos de foguetes do Hamas contra seu território, e diz ter descoberto uma rede de túneis usados pelo grupo militante para supostamente se infiltrar em território israelense.
Pelo menos 35 israelenses (ao menos dois deles civis) e um tailandês, atingido por um foguete palestino, também perderam a vida na onda de violência até agora.
- A Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina (UNWRA) acusa o exército israelita de "grave violação do direito internacional" depois do ataque a uma das escolas da organização na Faixa de Gaza nesta quarta-feira.
O médico disse que a criança tem iguais chances de viver e de morrer.
Mais de 800 pessoas foram mortas em Gaza desde que Israel iniciou sua ofensiva militar no dia 8 de julho, com o objetivo declarado de impedir os disparos de foguetes do Hamas contra seu território, e diz ter descoberto uma rede de túneis usados pelo grupo militante para supostamente se infiltrar em território israelense.
Pelo menos 35 israelenses (ao menos dois deles civis) e um tailandês, atingido por um foguete palestino, também perderam a vida na onda de violência até agora.
- A Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina (UNWRA) acusa o exército israelita de "grave violação do direito internacional" depois do ataque a uma das escolas da organização na Faixa de Gaza nesta quarta-feira.
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