Chamada de 'megalópole' pelos especialistas, as ruínas da cidade ficam na Guatemala e teriam rastros de ao menos 60 mil edifícios. O achado mostra que a civilização maia era muito maior do que se achava. Arqueólogos encontram enorme cidade maia
Os arqueólogos revelaram que o túmulo pertence a Heptet, uma mulher que aparece nas pinturas, observando diferentes cenas de caça e de pesca. O ministro egípcio das antiguidades, Khaled Al- Anani, anunciou este sábado a descoberta e revelou que a mulher teria vivido durante a V Dinastia do Antigo Egito. “Hoje anunciamos a primeira descoberta de 2018. Um túmulo privado de uma mulher chamada Hetpet, que pertencia a uma classe social elevada e que tinha uma forte ligação ao palácio real" Nos últimos anos, o Egito autorizou a realização de vários projetos arqueológicos, na esperança de fazer novas descobertas.
Uma escultura que fazia parte de um navio afundado há mais de 500 anos foi recuperada do fundo do Mar Báltico por arqueólogos.
Acredita-se que o navio real dinamarquês Gribshunden, de onde veio a escultura, tenha afundado em 1495. Ele foi encontrado perto de Ronneby, na costa da Suécia.
Os arqueólogos que participaram do resgate acreditam que a embarcação seja uma das representantes desta época mais bem preservadas do mundo.
No ano que vem, os pesquisadores devem voltar ao local para tentar resgatar mais objetos do Gribshunden.
Um grupo de arqueólogos peruanos afirma ter encontrado restos mortais e artefatos com cerca de 3 mil anos.
Os túmulos foram descobertos em Cusco, cidade situada a sudeste do Vale Sagrado dos Incas.