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quarta-feira, 7 de março de 2018
Febre amarela: tudo o que você sempre quis saber
O que é a febre amarela? Quais são os principais sintomas? Como ela é transmitida? Qual é a relação dos macacos com a doença?
A doença chegou a cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal.
Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, de 1º de julho do ano passado a 28 de fevereiro deste ano, 723 casos de febre amarela foram confirmados no país, dos quais 238 acabaram em morte.
Ao todo, foram notificados 2.867 casos suspeitos, sendo que 1.359 foram descartados e 785 permanecem em investigação, neste período.
Trata-se de um aumento em relação a igual período do ano anterior.
Entre 1ª de julho de 2016 a 28 de fevereiro de 2017, eram 576 casos confirmados, com 184 mortes.
Devido ao surto, o governo anunciou uma série de medidas, entre elas uma campanha de vacinação.
Mas quem deve tomar a vacina? E quem tomou a dose inteira no passado deve buscar novamente o posto de saúde? E no que consiste a dose fracionada?
Neste vídeo, a BBC Brasil responde a essas e outras perguntas dos leitores sobre febre amarela compartilhadas no Facebook.
- Reportagem e apresentação: Nathalia Passarinho / Vídeo: Luis Barrucho -
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Divulguem! Sem macacos, humanos viram alvo principal de mosquitos da febre amarela
O massacre de macacos por humanos no Brasil devido ao surto de febre amarela não revela apenas a desinformação sobre a transmissão da doença: também pode prejudicar seu combate.
Isso porque, sem os primatas, os mosquitos silvestres dos gêneros Haemagogus e Sabethes - os vetores da febre amarela silvestre - devem ir atrás de sangue humano para se alimentarem, dizem especialistas ouvidos pela BBC Brasil.
Eles lembram que os macacos são os alvos preferidos desses insetos, que costumam voar na altura da copa das árvores.
Além disso, muitos primatas acabam desenvolvendo a doença e morrem.
Ao verificar um volume expressivo de corpos deles em determinada região, autoridades sanitárias e pesquisadores conseguem identificar a presença da febre amarela, traçar o possível trajeto do vírus - conforme os corredores da floresta existente - e planejar ações de imunização das pessoas.
A doença tem tido um impacto tão expressivo na população de macacos da Mata Atlântica que existe o temor, por exemplo, de que todos os bugios desapareçam das florestas do Rio de Janeiro.
Só este ano, dos 144 macacos mortos recolhidos pela Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses do Rio de Janeiro para testes de febre amarela, 69% foram executados - apresentavam várias fraturas ou veneno no organismo.
Em todo o ano passado, dos 602 animais mortos, 42% foram assassinados, segundo dados do órgão.
Nem o mico-leão-dourado escapou. Corpos de animais dessa espécie, ameaçada de extinção, também foram localizados com sinais de execução.
No Brasil, foram confirmados 777 casos de febre amarela entre dezembro de 2016 e agosto de 2017, com 266 mortes.
Reportagem: Nathalia Passarinho / Vídeo: Luís Barrucho
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
57,4 milhões de brasileiros têm pelo menos uma doença crônica
Cerca de 40% da população adulta brasileira, o equivalente a 57,4 milhões de pessoas, possui pelo menos uma doença crônica não transmissível (DCNT), segundo dados inéditos da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). O levantamento, realizado pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que essas enfermidades atingem principalmente o sexo feminino (44,5%) – são 34,4 milhões de mulheres e 23 milhões de homens (33,4%) portadores de enfermidades crônicas.
As doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por mais de 72% das causas de mortes no Brasil.
- Ambientes Livres de Tabaco - Condomínios


As doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por mais de 72% das causas de mortes no Brasil.
- Ambientes Livres de Tabaco - Condomínios
sábado, 16 de março de 2013
Doença renal crônica aumentada por obesidade hipertensão e diabetes
Nefrologista explica o aumento de pacientes com doença renal crônica.
Nefrologista é o especialista de rins e funções urinárias.
Nefrologista é o especialista de rins e funções urinárias.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Mutirão pelas doenças congênitas do coração/SP
O Instituto do Coração de São Paulo, pretende fazer mais 4 mutirões, até outubro de 2012
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