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domingo, 4 de março de 2018

A 2ª maior concentração de cobras do mundo está na ilha de Queimada Grande/São Paulo


Este é o lugar mais perigoso do Brasil?
A ilha de Queimada Grande, que fica no litoral de São Paulo, é o segundo lugar do mundo com a maior concentração de cobras por metro quadrado - e é lar da espécie jararaca-ilhoa (Bothrops insularis), capaz de matar uma pessoa em duas horas.




terça-feira, 6 de junho de 2017

Peixe 'sem cara' que não era visto desde 1873 é 'redescoberto' na Austrália

O animal tem 40 cm e foi achado a 4 mil metros abaixo do nível do mar.
A redescoberta aconteceu durante uma missão coordenada por uma equipe de cientistas internacionais que explora, à distância, as profundezas de um enorme abismo na costa leste da Austrália.
O chefe da missão, Tim O'Hara, diz que a região seria "o habitat menos explorado da Terra" e que os cientistas esperam descobrir várias novas espécies.
A equipe tem recolhido animais das profundezas usando um aparato semelhante a um trenó de aço, preso a um cabo reforçado de 8 km.
O peixe sem face não tem olhos e nariz, e sua boca fica na parte de baixo do corpo.
- Conteúdo BBC -
* Peixe 'sem cara' das profundezas do oceano é visto pela primeira vez desde 1873














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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Aquecimento global altera hábitos de ursos polares

Uma câmera GoPro acoplada ao pescoço de uma ursa polar capturou cenas do cotidiano do animal no gelo ártico.
A câmera foi instalada por cientistas do U.S. Geological Survey (Instituto de Pesquisas Geológicas do governo americano) para descobrir como os ursos polares estão reagindo ao derretimento de gelo causado pelo aquecimento global.
Os cientistas resolveram divulgar as imagens para alertar o público sobre a ameaça do aquecimento global.
O vídeo mostra a ursa caçando com um companheiro. Ela mergulha no mar e captura uma foca, que é estraçalhada na neve em seguida.
Ursos polares são os maiores carnívoros terrestres, chegando a pesar 800 kg.
Segundo a ONG World Wildlife Foundation, trata-se de uma espécie em situação de vulnerabilidade.
Sua população atual no mundo é estimada em 20 mil a 25 mil animais, dos quais de 5 mil a 7 mil vivem no Ártico russo.
Desde que a a caça de ursos polares foi proibida na Rússia, em 1957, a maior ameaça atual aos animais é a perda de seu habitat por conta de mudanças climáticas.



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Leopardo invade escola e fere seis pessoas na Índia




Um leopardo macho entrou em uma escola em Bangalore, na Índia, e feriu seis pessoas que tentavam capturá-lo.
Um cientista e um funcionário do departamento florestal estão entre os feridos na batalha de quase 10 horas para cercar o animal no domingo.
O leopardo, que invadiu a Escola Internacional Vibgyor, acabou sendo anestesiado e liberado.
Um censo recente da vida selvagem estimou que a Índia possui entre 12 mil e 14 mil leopardos.
Câmeras flagraram quando o felino de oito anos ataca um homem perto da piscina da escola.
O cientista ambiental Sanjay Gubbi e o funcionário público Benny Maurius ficaram feridos ao tentar cercar o animal para anestesiá-lo.
"Foi uma batalha longa. Alvejamos o leopardo com injeções de tranquilizantes, mas só conseguimos capturá-lo por volta das 20:15 locais, quando a medicação fez efeito", disse o policial S. Boralingaiah.
Um funcionário de um órgão responsável por vida selvagem disse à BBC que o leopardo provavelmente chegou à escola por uma área de floresta próxima.
O animal foi levado a um parque nacional, e os seis feridos - incluindo um cinegrafista de uma TV local - tiveram ferimentos leves. Não havia alunos na escola no momento do incidente.
Leopardos e outros grandes felinos costumam ser vistos em áreas urbanas na Índia, e ambientalistas alertam que tais situações podem se tornar mais frequentes à medida que seus habitats são invadidos por humanos.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Remédios que ingerimos afetam peixes e aves pelo tratamento inadequado de esgotos desde os anos 90

Remédios na natureza fazem peixes machos ficarem femininos
Características femininas em peixes machos foram notadas pela primeira vez nos anos 90.















Nós, seres humanos, tomamos paracetamol para dor de cabeça, contraceptivos para evitar a gravidez e Prozac para a depressão.
Mas para onde vão os resíduos destas substâncias uma vez cumprida a sua função?
O corpo humano elimina muitos dos medicamentos que ingerimos através da urina. A urina vai para os esgotos e, depois de atravessar um sistema imperfeito de purificação, os resíduos desembocam nos rios que alimentam o planeta.
Embora as concentrações de drogas na água sejam baixas, as conseqüências destas para os ecossistemas não deixam de ser preocupantes: desde peixes machos que adquirem características femininas até aves selvagens que perdem a vontade de comer, além de populações inteiras de peixes e outros organismos aquáticos dizimadas.
Diversos estudos sobre o impacto da poluição farmacêutica sobre a vida selvagem apontam que o uso crescente de drogas projetadas para serem biologicamente ativas em baixas doses pode estar causando uma crise global da vida selvagem.
"As populações de muitas espécies que vivem em paisagens alteradas pelo homem estão encolhendo por razões que não podemos explicar completamente", disse a pesquisadora Kathryn Arnold, da Universidade de York, na Inglaterra.
"Acreditamos que é hora de explorar novas áreas, como a poluição farmacêutica."
* BBC Brasil - Remédios na natureza fazem peixes machos ficarem femininos
* Estorninhos, como os que voam nos céus de Roma, são afetados por drogas encontradas na água




quinta-feira, 1 de maio de 2014

Lixo humano em habitats marinhos depreciam conscientização ecológica

Um estudo europeu, liderado pelo centro IMAR da Universidade dos Açores, faz revelações chocantes sobre a quantidade de detritos humanos depositados na costa e no fundo do mar.
Segundo Christopher Pham, um dos investigadores desta universidade, "o lixo humano está presente em todos os habitats marinhos, das praias às zonas mais profundas e remotas dos oceanos".
Imagens recolhidas no fundo do mar mostram o antes e o depois, antes e depois da ação humana, antes e depois destes detritos contaminarem o fundo do mar.
O plástico, que demora 100 anos a decompor-se, foi a matéria mais encontrada, ao longo de todo o Mediterrâneo e costas da Europa, até à crista dorsal meso atlântica, dois mil quilômetros de terra. Corresponde a 41 por cento do lixo encontrado. Os aparelhos de pesca representam 34 por cento do total. Depois há “vidro, metal, madeira, papel e cartão, roupa, cerâmica e outros materiais não identificados”
A conclusão deste estudo é que preciso agir para impedir o aumento do lixo nos ambientes marinhos.