O hospital universitário de Sheffield Hallam, na Grã-Bretanha, está testando um novo método para treinar estudantes de Medicina e Enfermagem.
Trata-se de um manequim de treinamento que, quando visto sob a lente de um aplicativo de tablet, mostra uma imagem em 3D de uma "pessoa real", com emoções, dores e aparência características de determinadas doenças.
Objetivo é que médicos e enfermeiros aprendam a 'ler' expressões faciais e ter compaixão por pacientes.
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quarta-feira, 28 de maio de 2014
Manequim tecnológico para que médicos e enfermeiros tenham 'compaixão' e compreendam expressões de pacientes/Grã-Bretanha
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Novo tratamento para pressão alta resistente à partir de 2014
À partir de 2014, novo tratamento que já é utilizado em outros países, melhorando a qualidade de vida, será oferecido no Brasil.
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segunda-feira, 13 de maio de 2013
Laboratórios farmacêuticos testaram milhares de produtos sem que pacientes soubessem/Alemanha Oriental
A Alemanha de Leste autorizou e facilitou testes de medicamentos, em larga escala, sobre os pacientes do serviço público de saúde.
Segundo a investigação de jornalistas da cidade de Leipzig, o Estado obtinha lucros com esses testes e os pacientes nem sempre eram informados.
Roland Jahn, Comissário Federal para os arquivos da Stasi, encontrou também vestígios desse negócio: "Isto mostra que a República Democrática Alemã queria ter acesso à divisa estrangeira e não tinha em consideração os doentes.
O ministério da Segurança do Estado e os serviços secretos - STASI - controlavam este comércio que trazia divisa estrangeira para o país e garantiam que nada perturbasse este negócio".
No total, calcula-se que cerca de três mil pessoas participaram em 1600 testes de medicamentos, entre 1983 e 1988.
O Estado da República Democrática da Alemanha terria lucrado 6,8 milhões de marcos, com esta prestação aos grandes laboratórios do Ocidente. (euronewspt)
Segundo a investigação de jornalistas da cidade de Leipzig, o Estado obtinha lucros com esses testes e os pacientes nem sempre eram informados.
Roland Jahn, Comissário Federal para os arquivos da Stasi, encontrou também vestígios desse negócio: "Isto mostra que a República Democrática Alemã queria ter acesso à divisa estrangeira e não tinha em consideração os doentes.
O ministério da Segurança do Estado e os serviços secretos - STASI - controlavam este comércio que trazia divisa estrangeira para o país e garantiam que nada perturbasse este negócio".
No total, calcula-se que cerca de três mil pessoas participaram em 1600 testes de medicamentos, entre 1983 e 1988.
O Estado da República Democrática da Alemanha terria lucrado 6,8 milhões de marcos, com esta prestação aos grandes laboratórios do Ocidente. (euronewspt)
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