O Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte registrou o abalo na capital alagoana às 17h30 de sábado. Diversos moradores da cidade sentiram o tremor. A Universidade de São Paulo registrou 2,4 graus de abalo sísmico na cidade de Satuba, também em Alagoas, no mesmo horário. Maceió teve tremor de terra de 2,5 graus
Dois dias depois da região ter sido atingida por dois sismos de magnitude 4.6 e 4.9, na escala de Richter, é hora de avaliar os estragos e iniciar a reconstrução nas localidades de Camerino e Visso, próximas de Castel Sant'Angelo Sul Nera, onde ocorreu o epicentro e centenas de edifícios ruíram ou ficaram danificados.
O edifício vermelho que sozinho resistiu ao sismo de 24 de agosto, que matou quase três centenas de pessoas, na cidade italiana de Amatrice, ruiu nesta quarta-feira, após dois novos sismos de magnitude 5.4 e 5.9, na escala de Richter, que tiveram o epicentro perto da cidade de Perúgia, no centro do país.
De acordo com o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia, registaram-se, já, mais de 200 réplicas e foi criada uma nova falha tectônica.
“Estas ondas, da última noite, estão relacionadas com o sismo de 24 de agosto A primeira ocorreu numa área que já tinha sido ativada nos últimos dias. Mas o terremoto de magnitude 5,9 moveu-se um pouco mais para norte onde, anteriormente, tinha havido algumas réplicas, mas definitivamente, serviu para criar uma nova falha. Assim, trata-se de uma falha contígua à de 24 de agosto, mas não é a mesma estrutura”, afirmou a sismóloga Lucia Margheriti.
Os sismos das últimas horas provocaram a derrocada de milhares de edifícios, muitos deles históricos, na região de Úmbria, no centro da península italiana.
Segundo as autoridades, entre 2 mil e 3 mil pessoas ficaram desalojadas.
O Governo de Matteo Renzi alocou já 40 milhões de euros para fazer face às necessidades mais imediatas, na região afetada.
Duas horas depois do sismo de magnitude 5,4 na escala de Richter, registado na área de Macerata, na região de Marcas, no centro do país, os italianos voltaram a sentir a terra a tremer.
De acordo o Instituto Nacional de Geofísica e de Vulcanologia, o tremor de terra fez-se sentir em Roma, a mais de 150 quilômetros a sul do epicentro, a cidade de Castel Sant'Angelo.
O papa Francisco fez um visita-surpresa a Amatrice, a localidade italiana devastada pelo sismo de 24 de agosto. O terremoto fez perto de três centenas de mortos. No final de setembro cerca de 1800 pessoas permaneciam nos acampamentos improvisados ou em alojamentos provisórios nas redondezas.
No meio das ruínas de Amatrice, o papa explicou que não fez esta deslocação antes porque pensou que "nos primeiros dias de dor (...) a visita seria mais um estorvo do que uma ajuda."
Cinco anos depois, a reconstrução da pequena cidade italiana de L'Aquila ainda está por concluir.
Por todo lado existem ainda marcas do sismo com uma magnitude de 6,3 graus na escala de Rischter que matou 308 pessoas e feriu outras 1600.
Este domingo assinala-se o quinto aniversário da tragédia, altura para recordar os que partiram e o que é agora L'Aquila.
"É muito triste, muito, muito triste. Aqui existiam imensas pequenas lojas e agora é uma cidade fantasma..." Imagem do Passado - L'Aquila
O Chile continua a tremer com as réplicas do terremoto de magnitude 8,2 na escala de Richter que atingiu o norte do país da América Latina na madrugada de terça-feira.
Apesar de milhares de pessoas estarem vivendo em condições precárias desde o início da semana, a resposta das autoridades à catástrofe foi substancialmente melhor do que há quatro anos, quando um sismo de magnitude 8,8 fez mais de 500 mortos, contra os seis após o grande abalo desta semana.
Um forte sismo atingiu o norte do Chile, provocando um tsunami que forçou as autoridades a evacuar partes de algumas cidades e a emitir alertas para toda a costa do Pacífico Sul e da América Central.
O Japão está em alerta amarelo depois de ter sido registado, há poucas horas, um terremoto de magnitude de 6.8 a 7.6 na escala de Richter, a 320 quilômetros da ilha de Honshu.
O terremoto ocorreu a cerca de 10 quilômetros de profundidade, formando maremoto de baixa intensidade, com ondas com cerca de um metro, atingindo a região Fukushima, marcada pelo maremoto de 2011, quando as ondas ultrapassaram os seis metros de altura.
Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor de 7,7 graus de magnitude atingiu na tarde de terça-feira o noroeste do distrito de Awaran (sul da província), com epicentro a uma profundidade de 20 km.
Acredita-se que mais de 300 mil pessoas tenham sido afetadas, e vilas inteiras com casas de barro teriam sido destruídas.
Testemunhas disseram que após o terremoto uma pequena ilha, com cerca de nove metros de altura e cem metros de comprimento, surgiu na costa perto do porto de Gwadar.
O terremoto foi tão forte que chegou a ser sentido a milhares de quilômetros, na capital da Índia, Nova Déli, e em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
A província do Baluquistão é a maior do Paquistão, mas também a menos povoada.
O número de pessoas que morreram em um forte terremoto em uma área remota da província do Baluquistão, sudoeste do Paquistão, subiu nesta quarta-feira para 328. Muito outras pessoas estão feridas.
Governo tenta retirar moradores da mesmas regiões atingidas pelo tsunami de março de 2011, onde as ondas atingiram 10 metros de altura, matando mais de 15 mil pessoas na região.
As ondas chegaram a mais de um metro de altura, o que levou autoridades a emitirem alertas de tsunami, pelos veículos de comunicação, mas que foi retirado horas depois.
Mortos e feridos com milhares de vítimas impedidas de retornarem a suas casas Danos históricos e produção de queijos que não poderá ser comercializada.